Obesidade mata mais que infarto, câncer ou derrame

Profa. Msc. Valéria Wanderley Gomes concorda com a afirmação acima feita pelo Dr. Mário Maranhão, médico cardiologistaa, especialista em cardiologia preventiva, consultor em qualidade de vida pela OMS e ex-presidente da Federação Mundial de Cardiologia.

Valéria afirma que a obesidade é uma epidemia mundial, a maior que já houve em todo o planeta, responsável por cerca de 30 doenças diretamente, como distúrbios cardiovasculares, respiratórios, de articulações, do sistema digestivo, reprodutivo e psico- sociais como depressão e baixa auto-estima.

Apesar de a mídia informar constantemente esses problemas, a grande maioria das pessoas atribui a obesidade apenas à hereditariedade, ou seja, à genética. Mas o que as pessoas não sabem é que além desses fatores, a obesidade ocorre principalmente por má alimentação, pelo desequilíbrio nutricional, ou seja, pela carência dos nutrientes essenciais e pela ingestão constante de alimentos com excesso de Gordura Açúcar e Sal ( GAS).

Portanto, a nutrição celular é a fonte de saúde ou de doenças, uma vez que as células são formadas essencialmente por proteínas, vitaminas e sais minerais. O ideal é que sejam feitas refeições equilibradas com alimentos coloridos, de baixo teor de gordura e de alto valor nutricional, evitando os de cor bege (batatas, massas...) todavia, conseguir as quantidades equilibradas apenas com os alimentos é praticamente impossível. "As pessoas comem de maneira errada, rapidamente, abusando de lanches, massas, frituras, gorduras e muito sal. Isso se deve, principalmente, à chamada "falta de tempo", destaca. Junta-se a isso, as facilidades como controle remoto e vidro elétrico, que levam cada vez mais ao sedentarismo, resultando em uma verdadeira bomba-relógio, ou seja: ansiedade + stress + sedentarismo + má alimentação e ao final, temos aí a grande epidemia deste século: OBESIDADE.

Se for feita uma análise de tudo aquilo que comemos, desde sua produção, verifica-se que a cadeia alimentar cada vez mais apresenta carências de nutrientes e oferece mais toxinas.

Segundo Valéria, a solução seria alimentação equilibrada + prática moderada de exercícios físicos + ingestão de água + COMPLEMENTOS NUTRICIONAIS DE ALTA QUALIDADE: proteínas (principalmente de origem vegetal), vitaminas, sais minerais, oligoelementos, associada ainda à SUPLEMENTAÇÃO DIÁRIA com multivitaminas, chá-verde - anti-oxidantes, ou seja, anti-envelhecimento, cálcio - prevenção de osteoporose, fibras hidrossolúveis - prevenção de câncer do intestino, fibras lipossolúveis - favorece o controle do colesterol, ácidos graxos essenciais, ômega-3 - favorece o controle de triglicerídeos , certamente iria garantir longevidade às pessoas, com qualidade de vida.

Valéria alerta ainda: "Mas, cuidado, os suplementos nutricionais devem ter rigoroso controle de qualidade, de dissolução, absorção e eficácia comprovada por pesquisas científicas, pois se forem de má qualidade, as células poderão assimilar e os problemas de saúde se agravarem".

Todas as pessoas deveriam usar desde cedo os suplementos nutricionais de alta qualidade, pois esses exercem um papel essencial na prevenção e controle de doenças. "Doenças do coração (miocardiopatia), olhos (catarata e degeneração macular), pulmões (asma), neurodegenerativas (Mal de Alzheimer, Mal de Parkinson), auto-imunes (lupus eritematoso sistêmico - LES, artrites, etc), artrose, osteoporose, câncer, fadigas crônicas e fibromialgia.

Até mesmo a diabetes tipo II pode ser evitada, e a diabetes tipo I pode ter um melhor controle, se as pessoas mantiverem o peso ideal, adotarem um estilo de vida mais saudável, praticarem exercícios físicos e fizerem o uso constante da suplementação nutricional associada a uma alimentação balanceada.

Importante ressaltar sobre a genética individual associada aos efeitos dos radicais livres (inimigos) no organismo, que são produzidos pelo estresse emocional, exercícios excessivos, poluição do ar, tabagismo, álcool, medicamentos e carências nutricionais. Eles são os grandes responsáveis pela oxidação das células, quando não se tem anti-oxidantes (aliados) na qualidade e quantidade ideal. Isso irá gerar o estresse oxidativo, literalmente as células começam a "enferrujar" nos órgãos-chaves, (cérebro, coração, pulmões, pâncreas, etc), originando as doenças de caráter familiar. Há aproximadamente 700 doenças catalogadas como efeito dos radicais livres.

Valeria finaliza com uma frase que ouviu do Dr. Louis Ignarro - Prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia: "Suplementar, hoje ainda é uma opção, no futuro será uma obrigação"

Saúde no Prato


O que comemos determina o vigor que temos. A recente descoberta de que o azeite tem propriedades semelhantes às dos analgésicos demonstra que o que pomos na mesa pode curar-nos – ou dar cabo do nosso bem-estar. A ciência indica pistas, mas garante não haver alimentos milagrosos. Consumir gorduras «boas», evitar as «más», reduzir os açúcares e diversificar a ementa só dá frutos quando conjugada com estilos de vida sãos.
Clara Soares

A má disposição resolve-se com um chá, os espinafres são amigos da vitalidade e as cenouras fazem olhos bonitos. Há quem lhe chame sabedoria popular, mas esta «medicina» empírica está no centro das atenções da comunidade científica.

Tudo começou com a pirâmide alimentar, inspirada nas orientações do departamento de Agricultura dos Estados Unidos, no início dos anos 90.

A revisão do esquema da alimentação saudável, assente em novos estudos epidemiológicos, mostrou que, afinal, certas gorduras (do peixe e dos óleos vegetais) são benéficas para o coração enquanto os hidratos de carbono (sobretudo os refinados) podem trazer complicações metabólicas e desencadear doenças, como a diabetes e o mau colesterol. Nos últimos anos, os investigadores começaram a interessar-se pelos alimentos funcionais. «Aqueles que, à luz da ciência, têm componentes benéficos para a saúde e podem curar doenças crónicas, desde que incluídos numa dieta equilibrada», explica Xavier Malcata, director da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica, no Porto.

É o caso do chá verde, que assumiu um novo estatuto após demonstrado o poder das catequinas e as suas propriedades anticancerígenas. O alho e a cebola são agora reconhecidos anti-inflamatórios naturais, por conterem aleína. Igualmente provado está o facto de o tomate ser um inimigo do cancro (da próstata, cólon, pâncreas e pulmão), graças ao pigmento que lhe dá cor, o licopeno. «São químicos existentes nos alimentos que, comprovadamente, previnem e tratam doenças, ou melhoram o desempenho fisiológico», afirma a presidente da Associação Portuguesa dos Nutricionistas, Alexandra Bento.

Desiluda-se, porém, se acredita que, ingerindo tais alimentos em maior quantidade, pode compensar erros alimentares ou condutas de risco, como o sedentarismo, o consumo de tabaco ou as noitadas sucessivas. A regra continua a ser «evitar excluir alimentos da dieta, optar por produtos frescos, comer mais peixe que carne, diversificar a ementa e não saltar refeições», assegura Carlos Canhota, da Associação Portuguesa de Médicos de Clínica Geral. Esta é uma verdade simples, confirmada pelos especialistas, mas difícil de pôr em prática. Há, porém, cada vez mais pessoas dispostas a experimentar novos cabazes de compras. Desde que abriu, há 12 anos, o mercado da Biocoop, às portas de Lisboa, tem um número crescente de frequentadores (actualmente, cerca de 2 mil por semana). «Os produtos biológicos, de origem natural e isentos de químicos, têm mais gosto e são, para a maioria, sinónimo de poupança na farmácia», diz o gerente, Ângelo Rocha.

Com efeito, o maior estudo sobre nutrição, realizado ao longo de 20 anos pelas universidades de Oxford (Reino Unido) e de Cornell (EUA) e pela Academia Chinesa de Medicina Preventiva mostra que a alimentação pode ser a causa – mas também a cura – de doenças cardiovasculares, da diabetes e da osteoporose. Colin Campbell, coordenador da pesquisa e dirigente do World Cancer Research Fund, afirma que os alimentos de origem animal – ricos em sal e gordura, quase sem fibras nem antioxidantes – contribuem para aumentar os níveis de colesterol no organismo, o que origina certos tipos de cancro e problemas cardiovasculares. Este perito defende a inversão dos hábitos alimentares, salientando a importância dos vegetais na longevidade.

Verde, que te quero verde
«Comer para viver» é, por isso, sinónimo de alimentação saudável. Para a nutricionista Florbela Mendes, significa consumir regularmente produtos naturais com gorduras «boas» (ácidos gordos ómega-3), fibras, probióticos e fitoquímicos (substâncias vegetais com propriedades antioxidantes, antitumorais e anti-inflamatórias). Os feijões de soja e derivados – tofu, sumos e leite – reduzem o risco de doenças crónicas, graças às suas hormonas vegetais – as isoflavonas –, também presentes nos amendoins e nas uvas. O potencial terapêutico da soja foi reconhecido pela Food and Drug Administration (FDA), nos Estados Unidos, e, assegura Ana Cristina Ruivo, da Dietimport, empresa fornecedora das lojas Celeiro, «representa uma alternativa ao leite de vaca, responsável, em muitos casos, por alergias». A farmacêutica acrescenta que bastam 25 gramas diários de proteína da soja para baixar os níveis de LDL («mau» colesterol) e subir os de HDL («bom» colesterol).

«Não há receitas milagre», frisa Francisco Varatojo, presidente do Instituto Macrobiótico de Portugal. O consultor alimentar não se cansa de lembrar – nas palestras, consultas e no seu livro – que a comida processada, com gorduras hidrogenadas (utilizadas na composição de margarinas, de bolos e de fritos) e excesso de açúcares de rápida absorção se reflecte em problemas do pâncreas, do fígado, dos pulmões, dos ossos e, até, dos ovários. O primeiro passo para uma «saúde de ferro»? «Esquecer a carne vermelha, a manteiga e o açúcar fino, escolher as gorduras saudáveis para o coração – as dos peixes – e apostar nos cereais integrais.»

Regresso ao básico
Aos poucos, o trabalho laboratorial ganha consistência à mesa: troca-se a manteiga pelo azeite extravirgem (o menos ácido) ao barrar o pão, voltando à tradição mediterrânica. Sobretudo depois de estudos epidemiológicos confirmarem que o padrão alimentar de Creta – com origem no azeite – é melhor para o coração do que o japonês (fraco em matérias gordas) e o dos países escandinavos (mais consumo de leite e de gorduras saturadas, aparentemente na base do maior índice de doenças cardíacas e de osteoporose). Segundo um artigo publicado na última edição da revista Nature, o azeite tem propriedades semelhantes aos analgésicos – devido ao oleocanthal – e o seu consumo diário pode ter efeitos a longo prazo no alívio da dor, do mesmo modo que a aspirina é benéfica para os doentes cardíacos.

Voltar ao tempo em que mal se falava de indústria alimentar, de hipermercados e de cadeias de comida rápida é, agora, a palavra de ordem. O segredo para satisfazer as necessidades básicas do organismo, sem cair na obesidade e noutras complicações de saúde, consiste em reduzir fritos e fumados, substituir gorduras saturadas (as da carne vermelha e da manteiga) e hidratos de carbono de combustão rápida (bolos, pão «de conserva») por óleos de peixe – como o de bacalhau – e por vegetais e açúcares de absorção lenta, presentes nos cereais integrais, nos pães de mistura, na batata, no arroz completo, na massa e nas leguminosas secas (ervilhas, grão). «E se fizer cinco a seis refeições por dia evita crises de fome e mantém estáveis os níveis de açúcar no sangue, controlando melhor a glicemia», acrescenta ainda a dietista Margarida Barradas, da Associação dos Diabéticos de Portugal.

Equilíbrio é preciso
«Há que repensar o modelo alimentar dos países desenvolvidos e ir além do estudo de nutrientes», avança Nuno Borges, investigador em alimentos funcionais da Faculdade de Ciências da Nutrição, no Porto. O docente admite que se acredita em muita coisa sem fundamento, mas reconhece o potencial das descobertas já feitas e seu impacto na saúde pública. Mas «nem todos os benefícios provados serão garantidos para todos, porque há outras condicionantes em jogo, como a hereditariedade e o ambiente em que se vive, além do trajecto biográfico de cada um», adverte o especialista Xavier Malcata.
«Até hoje, ninguém encontrou o Santo Graal da alimentação», ironiza o cardiologista Manuel Carrageta. O clínico está convencido de que não faz sentido «diabolizar ou santificar o que se come». O essencial está no que se faz com o que se come e na energia que se gasta – ou não – após o repasto.

Há 2.400 anos, Hipócrates dizia: «Deixa a tua alimentação ser o teu remédio e o teu remédio a tua alimentação.» Traduzido para a sociedade tecnológica de hoje, a melhor dieta é a que é funcional para todo o organismo e não apenas uma parte. Em conjunto com uma série de outros cuidados, a ciência pode dizer, com escassa margem de erro, que «uma maçã por dia afasta o médico da freguesia».

Alergias
Vitaminas e ácidos gordos ómega-3 estão na base de defesas do organismo em condições. «Há estudos que mostram a relação entre as inflamações respiratórias infantis e o consumo de más gorduras», afirma a alergologista Natália Ferreira. Segundo diz, as boas gorduras travam a acção de agentes infecciosos e de doenças como a asma e a rinite; os alimentos com vitaminas C e E também são essenciais.
Peixes gordos (bacalhau, salmão selvagem, cavala, anchova, sardinha, arenque, atum)
Citrinos (laranja, limão, lima)
Óleo de girassol
Batata-doce
Arroz (isento de gluten)
Alho
Cebola

Cérebro
O efeito dos ácidos gordos ómega-3 na estabilização do humor e no alívio da depressão foi demonstrado há quatro anos pelo investigador americano Andrew Stoll. O presidente do Instituto da Inteligência, Nélson Lima, sublinha que a potência cerebral óptima requer exercício mental – neurofitness – e refeições pouco calóricas e ricas em vitaminas, para facilitar funções cognitivas e proteger as células do ataque dos radicais livres.
Peixes gordos
Peças de caça
Algas marinhas
Beldroega
Aveia
Espinafres
Morangos

Coração
«Se os 25 países da União Europeia aumentarem o consumo de frutas e vegetais podem prevenir mais de 7% das doenças cardiovasculares e 4% de ataques cardíacos.» A conclusão do estudo da European Heart Network é corroborada pelo cardiologista Manuel Carrageta, que adianta: «Para ter um coração em forma e bons níveis de colesterol precisa de comer peixe pelo menos duas vezes por semana, cortar no sal e nos fritos, fazer exercício e tomar um copo de vinho à refeição.» Os alimentos ricos em potássio também favorecem a actividade do músculo cardíaco.
Peixes
Alcachofra
Tomate
Uvas e vinho
Alho
Banana
Frutos secos
Canela

Estrutura óssea
Seiscentos miligramas diários de cálcio e vitamina D são os combustíveis do esqueleto. Para fixá-los no organismo, «nada mais eficaz que o exercício físico, o consumo de fontes de cálcio e a exposição cuidada ao sol», informa a nutricionista Florbela Mendes
Lacticíneos
Bróculos
Couves
Amêndoas
Manteiga de sementes de sésamo
Tofu (soja)

Funcionamento intestinal
Portugal é o país da União Europeia com maior incidência de cancro do cólon. O gastrenterologista Hermano Gouveia insiste na prevenção alimentar: «As doenças do intestino resolvem-se com uma nutrição funcional, como a mediterrânica.» Com uma flora sensível e rico em neurotransmissores, o intestino é visto pela ciência como o nosso cérebro emocional. Nutri-lo e tratá-lo beneficia todo o sistema de defesas.
– Para evitar a diarreia e colite húmida
Cereais com baixo teor de fibras (arroz)
Tostas
Cenoura
Vegetais cozidos
Chá
– Para evitar a obstipação
Pão de mistura ou integral
Cereais inteiros
Frutos tropicais
Saladas cruas
– Para a regulação da flora intestinal
Iogurtes probióticos
Kefir (fungo que fermenta o leite; em grãos ou na forma natural, conhecido por «flor do iogurte»)

Vida sexual
O marisco (devido aos teores de zinco) e os peixes gordos são amigos da virilidade, os citrinos e os frutos silvestres da fertilidade. «O ácido fólico contido nos cereais do pequeno-almoço pode previnir malformações do tubo neural do feto», esclarece o médico portuense Alberto Barros, embora admita que, na fase pré-reprodutiva, o controlo de outros factores é mais importante (evitar o álcool, o tabaco, o stresse e a comida processada). A nutricionista Alexandra Bento sublinha a importância das hormonas vegetais (isoflavonas) na menopausa, «como alternativa à terapia hormonal de substituição».
Peixe
Abacate
Azeite (seio)
Aveia (síndroma pré-menstrual)
Tomate (próstata)
Cereais (gravidez)
Soja (menopausa)

A IMPORTÂNCIA DA ÁGUA

Você sabia que

…O mecanismo da sensação de sede é tão fraco, que com freqüencia, 37% dos seres humanos a confunde com a fome?
Ainda mais, uma desidratação imperceptível retardará o metabolismo em aproximadamente 3%.
Um copo de água aliviará a fome à meia noite, em quase 100% dos casos, sob dieta redutora, segundo um estudo realizado na Universidade de Washington.

Você sabia que

...Uma redução de somente 2% de água no corpo pode causar perda momentânea de memória, dificuldade em fazer contas matemáticas básicas e problemas de focar a visão sobre uma tela de computador ou sobre uma página impressa?
Beber um mínimo de 8 copos de água por dia diminui o risco de câncer de cólon em 45%, além de baixar o risco de câncer de mama em 79% e reduzir à metade a probabilidade de se desenvolver câncer na bexiga.

De acordo com os experts, isto não é opcional, é obrigatório, se quisermos que nosso cérebro funcione de uma maneira ótima.

E, se estamos estressados, devemos aumentar a quantidade para 16 copos de água por dia.

90 % do volume de nosso cérebro é composto por água, que é o principal veículo das transmissões eletroquímicas.
Você não pode imaginar o que 8-10 copos de água por dia podem fazer para eliminar muitas indisposições.

As pessoas normalmente NÃO bebem tal quantidade para evitar de ter que urinar seguidamente; um inconveniente menor em troca de uma melhoria em sua saúde.

A cor de sua urina deve ser de um amarelo muito fraco ou incolor, caso contrário você não está ingerindo suficiente água (isto não é válido se você esta tomando vitaminas do complexo B, que produzem uma cor amarela natural à urina).


Ao falar de beber água, não nos referimos à água contida no café, nos chás ou nos refrigerantes. A água engarrafada ou de fontes naturais é a melhor.

Estudos preliminares indicam que em 80% das pessoas, beber de 8 a 10 copos de água por dia, pode aliviar significativamente muitas indisposições.

Cura 1: Elimina os anti-ácidos e cura a acidêz estomacal.

A acidez estomacal ou azia pode ser um sinal de falta de água na parte superior do trato gastrointestinal. Este é um sinal importante de sede, que o corpo humano emite.
A ingestão de anti-ácidos ou comprimidos contra a acidez estomacal não corrige a desidratacão e o corpo continua sofrendo por falta de água no organismo.

Tragédia: Ao não reconhecer que a acidez estomacal é um sinal de desidratação e ao tratá-la por meio de anti-ácidos, com o tempo, poderão ocorrer inflamações estomacais no duodeno, hérnias hiatais, úlceras e eventualmente câncer no trato gastrointestinal ou no pâncreas e fígado.

Cura 2: A água pode prevenir e curar a artritis.

Dor reumática das articulações – A ocorrência de artritis pode ser um sinal de falta de água nas articulações. Pode afetar tanto aos jovens como aos adultos. O uso de analgésicos não resolve o problema e a enfermidade prosseguirá.
Tomar agua pode aliviar a dor ou resolver este problema.

Cura 3: Dores lombares.

A dor nas costas e a artritis paraslisante da espinha dorsal podem ser sinais de falta de água nos discos da espinha dorsal – os amortecedores que suportam o peso do corpo. Estas moléstias devem ser tratadas com o aumento de água a ser ingerida diariamente.

Tragédia: Ao não reconhcer que a dor nas costas é um sintoma de desidratação das articulações e ao tratá-la com analgésicos, massagens, acupuntura e eventualmente cirurgia, com o passar do tempo, isto provocará osteoporose e quando as células das cartilagens das articulações vierem a eventualmente morrer e causarem uma deformação na espinha dorsal, poderá até haver incapacidade física dos membros inferiores.

Cura 4: Angina.

Dor no peito - angina de peito – pode ser um sinal de falta de água no organismo entre o eixo do coração e dos pulmões.
Este sintoma deve ser tratado bebendo-se maior quantidade de água, até que o paciente já não tenha dor e sem tomar medicamentos. É prudente se providenciar supervisão médica, no entanto, ao aumentar-se a quantidade de água ingerida, pode-se curar a angina de peito.

Cura 5: Enxaqueca.

A enxaqueca pode ser um sintoma de falta de água requerida no cérebro e olhos e pode ser evitada ao se impedir a desidaratação do corpo. Este tipo particular de desidratação eventualmente ocasiona uma inflamação na parte posterior dos olhos e possivelmente uma diminuição ou perda de visão.

Cura 6: Colite.

A colite é um sinal de falta de água no intestino grosso. Associa-se com a prisão de ventre ou constipação, devido à constrição do excesso de água que também se exerce sobre os escrementos, que por sua vez perdem a lubrificação fornecida pela água.

Tragédia: Ao não se reconhecer a dor da colite como um sinal de falta de água, provocar-se- á uma condição de constipação persistente que resultará na compactacão das fezes, que por sua vez poderão causar vertículos, pólipos e hemorróidas, e aumentar a possibilidade de se contrair câncer do cólon e do reto.

Cura 7: Asma.

A asma afeta milhões de crianças e mata milhares delas a cada ano. É uma complicação da desidratação do corpo, causada por falha no programa de admistração da hidratação no organismo.
Obstrui-se a passagem livre de ar e impede-se a eliminação de água do corpo em forma de vapor – o bafo.
O aumento do consumo de água evita os ataques de asma.

Tragédia: Ao não se reconhecer a asma como um indicador de falta de água quando as crianças estão na fase de desenvolvimento, não somente muitos deles morrem, como também se provocará danos irreversíveis nas crianças asmáticas sobreviventes.

Cura 8: Pressão Alta.

A hipertensão é um estado de adaptação do corpo a uma desidratação geral quando as células dos vasos sanguíneos não obtém a quantidade de água suficiente. Como parte do mecanismo de osmose inversa, quando a água do soro é filtrada e injetada nas células importantes através de poros diminutos existentes em suas mebranas, é requerida uma pressão extra para o “processo de injeção”, tal como acontece quando se injeta o “soro” nos hospitais para re-hidratar milhões de células. Beber água, compensará a pressão e fará a mesma voltar à normalidade.

Tragédia: Ao não reconhecer que a hipertenssão arterial é um dos indicadores da desidratação corporal e tratar por meio de diuréticos que desidratarão o corpo ainda mais, trará como consequencia posterior, um bloqueio das artérias do coração e das artérias que vão até o cérebro pela ação do colesterol. Esta condição provocará ataques do coração, pequenos infartos massivos cerebrais que poderão paralizar alguma parte do corpo. Também podem causar falhas no funcionamento dos rins e danos neurológicos como a doença de Alzheimer.

Cura 9: Diabetes Tipo II ou de Adultos.

A diabetes dos adultos é outra causa provável devida à desidratação do corpo. Ao se manter uma quantidade adequada de água na circulação, incluindo-se as necessidades prioritárias do cérebro, a secreção de insulina se inibe para impedir a entrada de água nas células do corpo. Nos diabéticos somente algumas células obtém suficiente água para sobreviver. Beber água reverte a diabetes adulta para as etapas iniciais.

Tragédia: Ao não reconhecer que a diabetes adulta é uma complicação causada por desidratação, com o tempo, poderá haver danos massivos nas células sanguíneas de todo o corpo. Isto pode provocar mais tarde a perda dos dedos dos pés, das pernas por gangrena e causar a cegueira.

Cura 10: Colesterol no sangue.

Os altos níveis de colesterol são indicadores de uma desidratação corporal prematura. O colesterol é um material argiloso que se adere entre os espaços de algumas membranas celulares, para impedir que estas percam sua humidade vital pela pressão osmótica mais forte do sangue que circula nas áreas vizinhas.
O colestrol, além de ser utilizado na fabricação das membranas das células nervosas e de hormônios, também atua como un “escudo” contra a demanda de água de outras células vitais que normalmente trocam água através de suas membranas celulares.

Outras curas:

A depressão, a perda de libido, a fadiga crônica, o lupus, a esclerose múltipla, a distrofia muscular. Todas estas condições podem ser causadas por desidratação prolongada. Se esta for a causa provável, os sintomas se aliviarão, uma vez que o corpo tenha sido hidratado regularmente.
Nestas condições, o exercício muscular deve ser parte do programa de tratamento.

Agora a Pergunta é…
Você está tomando a devida quantidade de água diariamente?

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Bebidas Alcoólicas

Matam a sede e melhoram o desempenho sexual.
Desidratam e, apesar de aumentarem o desejo, reduzem a performance.

Água

Bebê-la antes ou durante as refeições faz aumentar o peso.
Com zero calorias, a sua ingestão reduz a sensação de fome e elimina toxinas, podendo até ajudar a emagrecer.

Sopa

Uma entrada dispensável para quem quer manter a linha.
Regra n.° 1 do combate à obesidade, por ser rica em vitaminas e sais minerais, ideal para hidratar e nutrir.

Gorduras

Devem ser interditas, num regime alimentar saudável.
Os açúcares refinados (pastelaria, por exemplo) são mais perigosos para a saúde que as gorduras; neste grupo, os ácidos gordos omega-3 são essenciais e a sua falta traz complicações ao corpo e à mente.

Hidratos de Carbono

O arroz e a massa no mesmo acompanhamento são uma bomba calórica a evitar.
Se, juntos, tiverem o mesmo valor calórico de uma dose, o equilíbrio está garantido.

A cafeína rejuvenesce


Usado na medicina chinesa para tratar a asma, a icterícia e as dores de cabeça (por acção da cafeína), o «cafezinho» funciona quase como um cartão-de-visita português. Esta bebida facilita a concentração e atenua sintomas depressivos, sendo igualmente conhecida pelos seus efeitos laxantes e diuréticos. Contudo, mais de quatro chávenas por dia podem desidratar o organismo e sobrecarregar o sistema endócrino.
Estudos recentes, realizados na universidade americana de Scranton, apontaram para resultados surpreendentes: entre uma centena de alimentos, o café provou ser o mais rico em antioxidantes. O seu consumo moderado permite neutralizar os efeitos dos radicais livres, responsáveis por doenças crónicas e envelhecimento prematuro.


Combater o VIH às refeições


«Através do regime alimentar é possível minimizar os efeitos colaterais da terapia e controlar o peso, duas questões que afectam directamente estes doentes crónicos». Vitor Dauphinet, especializado em doentes com sida, mostra-se satisfeito com a adesão dos profissionais de saúde às acções de formação anuais - de três dias - sobre nutrição e VIH. Hoje inicia-se a 3ª edição, no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz, Monte da Caparica, com o patrocínio da Comissão Nacional da Luta contra a Sida e Ordem dos Farmacêuticos.

Coordenador científico destas acções e a trabalhar no Hospital Prisional São João de Deus, em Caxias, Vitor destaca alimentos úteis no fortalecimento das defesas orgânicas: «Peixe, pelo seu efeito anti-inflamatório; cevada, aveia, maçã e legumes por conterem fibras solúveis que regulam a mucosa intestinal, implicada na resposta inflamatória; e alimentos ricos em micronutrientes». Neste grupo, o nutricionista prioriza as ostras, o gérmen e farelo de trigo como fontes de zinco, o selénio, presente nas amêndoas, e as vitaminas A (no fígado, cenoura, manga e lacticínios) e E (óleos vegetais).

A obesidade já é considerada uma epidemia
pela Organização Mundial de Saúde e,
como doença, deve ser tratada.

A obesidade infantil é uma realidade que pode provocar diversos problemas de saúde. A recomendação dos médicos é que a criança obesa deve ser submetida a uma completa e minunciosa análise e a um exame físico.
Os médicos alertam para a importância da presença dos responsáveis pela criança durante os exames e tratamentos."A responsabilidade pela boa alimentação não é só do médico. Compete aos pais dar o exemplo de uma boa alimentação".Isso depende de uma conscientização geral da sociedade. Por isso, as estatísticas da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que, se os pais dessas crianças e adolescentes não mudarem agora os hábitos de vida dos filhos, mais de 70% deles farão parte de uma geração de gordos, vítimas em potencial de doenças como a diabetes e cardiopatias.

Prevenção é o caminho. A prevenção da obesidade deve começar no útero da mãe, que deve ter uma alimentação balanceada para não prejudicar a saúde de nenhum dos dois. Nos seis primeiros meses de vida, a criança precisa somente do leite materno. "Do ponto de vista nutricional, o bebê não precisa de mais nada". A partir dos seis meses, o bebê pode ser alimentado também com papinhas, frutas e continuar mamando no peito. "O leite materno é importante na prevenção da obesidade".

Os cuidados na alimentação devem continuar durante o crescimento da criança. Para tanto, é importante que a família se alimente bem. "A criança vai comer o que os pais comerem. Não adianta falar que a comida gordurosa faz mal se o pai e a mãe comem. É a mesma coisa que um pai fumante falar com o filho que o cigarro faz mal e que ele não deve fumar. A criança segue exemplos".

Na escola é importante enfatizar a hora do recreio. "A função da escola é educar, inclusive durante o recreio. As cantinas devem oferecer opções saudáveis, o que é muito raro. A criança acaba comendo salgadinhos industrializados, frituras e tomando refrigerante. Antigamente, a criança levava pão com queijo, café com leite ou suco em sua merendeira. Hoje, a alimentação é mais calórica".

É como explicar para a criança obesa que os amiguinhos comem chocolate, biscoitos recheados, salgadinhos fritos, tomam refrigerante e ele não deve acompanhar estes hábitos? A criança entende mais fácil que o próprio adulto. "É claro que incialmente é difícil. Ela acha que se levar uma fruta para escola vai estar 'fazendo algo ridiculo'. Mas com o tempo ele percebe que a vida dela melhora e, mais uma vez, é importante a participação da escola neste processo".Os avós precisam se conscientizar também. "Eles são do tempo em que bebê gordinho é que era saudável. Hoje a gente sabe que não é mais assim. E costumam ficar indignados quando a mãe proíbe que a criança coma biscoitos recheados e chocolates o tempo inteiro".

A mudança de hábitos é necessária, porque, em alguns casos, a auto-estima da criança obesa pode ser afetada. "Os amiguinhos não têm 'papa na língua' e chamam o coleguinha por diversos apelidos inconvenientes", lembra a médica. A criança se afasta do grupo e fica, cada vez mais, dentro de casa na frente da televisão e do computador.

Outro dado que deve estar aliado à alimentação é a prática de esportes. "Na escola, a aula de educação física não é suficiente para a criança gastar o tanto de calorias que ingeriu. Antes, as crianças ficavam brincando de queimada, esconde-esconde a tarde inteira e tinham uma alimentação saudável com frutas, verduras e legumes e tomava suco. Refrigerante só em dia de festa. Por isso, é importante a conscientização e prevenção, mas isso demora um pouco.

Clique aqui e leia o artigo sobre o lanche na escola O lanche na escola tem sido alvo de grandes preocupações de pais e educadores que, muitas vezes, não sabem o que servir às crianças nesse horário. As ofertas do mercado de alimento são muitas, em se pensando em produtos fáceis de serem transportados e de boa aceitação; porém, nem sempre são os mais adequados para atender às necessidades nutricionais das crianças.

Para crianças pequenas, uma refeição simples, como o lanche da tarde ou da manhã, pode ter uma grande importância nutricional, pois pode coincidir com um horário em que a criança sinta mais fome, além de receber, normalmente, alimentos de fácil aceitação nesse horário (leite, pão, bolo, frutas etc). Por isso mesmo, é importante que a qualidade dos alimentos oferecidos nesses pequenos lanches, incluindo o lanche da escola (merenda) seja de bom valor nutricional, mas de forma que não comprometa a aceitação das refeições posteriores.

Se o lanche oferecido for excessivamente calórico, composto por frituras, alimentos açucarados, refrigerantes e similares, como a quantidade de calorias será elevada, dificilmente a criança aceitará, com facilidade, a refeição posterior (almoço ou jantar), o que pode comprometer a sua nutrição. Um grande erro alimentar é permitir que a criança coma mais no horário dos lanches do que no horário das refeições principais (almoço e jantar).

Como o tempo de digestão e a capacidade gástrica (volume alimentar que o estômago suporta) na criança não são iguais aos dos adultos, a satisfação provocada por uma refeição à base de leite e biscoitos açucarados, por exemplo, pode se prolongar por muito tempo em uma criança pequena, reduzindo o apetite para a próxima refeição.

A obesidade infantil, fato que tanto preocupa hoje médicos e nutricionistas, está relacionada ao alto consumo dos alimentos do tipo lanche (hambúrguer, batata frita, refrigerantes, doces, chocolate etc) e baixo consumo das refeições salgadas (arroz, feijão, legumes etc).
Seguem abaixo algumas dicas para o preparo do lanche para a merenda escolar, pensando-se nas necessidades nutricionais e na aceitação das crianças.

Observe se a escola tem alguma forma de guardar alimentos que os alunos levem para o lanche (geladeira), o que tornará possível uma maior variedade no cardápio.

Todos os lanches devem ser acompanhados por algum tipo de proteína (carne, queijo, ovos, leite etc), podendo ser utilizados das formas mais variadas: bolos e tortas salgadas com recheio de carne ou frango, assados do tipo pastéis com recheio de queijo ou carne, sanduíches com carne ou embutidos de carne e queijo etc.

É importante que o leite (ou seus derivados) esteja presente em todos os lanches, o que pode ser feito através da adição de queijo nos sanduíches ou salgados, quando o leite não estiver presente.

Usar apenas eventualmente os embutidos de carne (presunto, mortadela, salsicha etc), pois são produtos com grande concentração de sal e sofrem adição de conservantes químicos em seu processo de fabricação. Também contêm uma grande porcentagem de gordura, devendo-se se dar preferência, quando utilizá-los, aos do tipo "light", principalmente para o caso de crianças que já estejam com excesso de peso.

Alternar alimentos salgados e doces é uma boa alternativa para atender ao paladar da criança, ou seja, no dia em que for servido um sanduíche à base de frango e queijo, por exemplo, não será oferecido biscoitos doces, ficando esses para o acompanhamento de uma vitamina de fruta ou iogurte de frutas.

Quando se tem pouca opção de guarda de alimentos, ou seja, não houver local de estocagem adequado na escola (as quais deveriam providenciar uma geladeira para essa finalidade, desde que o número de alunos o permita), o melhor é pensar em lanches que possam ficar à temperatura ambiente por um tempo maior, sem o risco de estragarem. Nesses casos, pode-se optar pelos sucos ou produtos à base de leite (como achocolatados ou vitaminas) em embalagens do tipo longa vida, que não exigem a temperatura de geladeira até serem abertos para o consumo. Os queijos fundidos (tipo "polenguinho") também podem ser utilizados no preparo de sanduíches ou para serem consumidos junto a biscoitos e pães.

Sempre é bom evitar alimentos excessivamente salgados, gordurosos ou doces. Biscoitinhos salgados têm, normalmente, muito sal e muita gordura adicionados; biscoitos recheados têm, igualmente, altas quantidades de gordura, além do excesso de açúcar. Tais alimentos podem levar a problemas de saúde e fazer surgir, mais cedo, algumas processo patológicos para os quais a criança já tenha predisposição hereditária (exemplo: diabetes, doenças cardio-vasculares, hipertensão, etc).