
Obesidade
mata mais que infarto, câncer ou derrame
Profa.
Msc. Valéria Wanderley Gomes concorda com a afirmação
acima feita pelo Dr. Mário Maranhão, médico
cardiologistaa, especialista em cardiologia preventiva, consultor
em qualidade de vida pela OMS e ex-presidente da Federação
Mundial de Cardiologia.
Valéria afirma que a obesidade é uma epidemia
mundial, a maior que já houve em todo o planeta,
responsável por cerca de 30 doenças diretamente, como
distúrbios cardiovasculares, respiratórios, de articulações,
do sistema digestivo, reprodutivo e psico- sociais como depressão
e baixa auto-estima.
Apesar de a mídia informar constantemente esses problemas,
a grande maioria das pessoas atribui a obesidade apenas à
hereditariedade, ou seja, à genética. Mas o que as
pessoas não sabem é que além desses fatores,
a obesidade ocorre principalmente por má alimentação,
pelo desequilíbrio nutricional, ou seja, pela carência
dos nutrientes essenciais e pela ingestão constante
de alimentos com excesso de Gordura Açúcar e Sal (
GAS).
Portanto, a nutrição celular é a fonte
de saúde ou de doenças, uma vez que as células
são formadas essencialmente por proteínas, vitaminas
e sais minerais. O ideal é que sejam feitas refeições
equilibradas com alimentos coloridos, de baixo teor de gordura e
de alto valor nutricional, evitando os de cor bege (batatas, massas...)
todavia, conseguir as quantidades equilibradas apenas com os alimentos
é praticamente impossível. "As pessoas comem
de maneira errada, rapidamente, abusando de lanches, massas, frituras,
gorduras e muito sal. Isso se deve, principalmente, à chamada
"falta de tempo", destaca. Junta-se a isso, as facilidades
como controle remoto e vidro elétrico, que levam cada vez
mais ao sedentarismo, resultando em uma verdadeira bomba-relógio,
ou seja: ansiedade + stress + sedentarismo + má alimentação
e ao final, temos aí a grande epidemia deste século:
OBESIDADE.
Se for feita uma análise de tudo aquilo que comemos, desde
sua produção, verifica-se que a cadeia alimentar cada
vez mais apresenta carências de nutrientes e oferece mais
toxinas.
Segundo Valéria, a solução seria alimentação
equilibrada + prática moderada de exercícios físicos
+ ingestão de água + COMPLEMENTOS NUTRICIONAIS DE
ALTA QUALIDADE: proteínas (principalmente de origem vegetal),
vitaminas, sais minerais, oligoelementos, associada ainda à
SUPLEMENTAÇÃO DIÁRIA com multivitaminas, chá-verde
- anti-oxidantes, ou seja, anti-envelhecimento, cálcio -
prevenção de osteoporose, fibras hidrossolúveis
- prevenção de câncer do intestino, fibras lipossolúveis
- favorece o controle do colesterol, ácidos graxos essenciais,
ômega-3 - favorece o controle de triglicerídeos , certamente
iria garantir longevidade às pessoas, com qualidade de vida.
Valéria alerta ainda: "Mas, cuidado, os suplementos
nutricionais devem ter rigoroso controle de qualidade, de dissolução,
absorção e eficácia comprovada por pesquisas
científicas, pois se forem de má qualidade, as células
poderão assimilar e os problemas de saúde se agravarem".
Todas as pessoas deveriam usar desde cedo os suplementos
nutricionais de alta qualidade, pois esses exercem um papel essencial
na prevenção e controle de doenças. "Doenças
do coração (miocardiopatia), olhos (catarata e degeneração
macular), pulmões (asma), neurodegenerativas (Mal de Alzheimer,
Mal de Parkinson), auto-imunes (lupus eritematoso sistêmico
- LES, artrites, etc), artrose, osteoporose, câncer, fadigas
crônicas e fibromialgia.
Até mesmo a diabetes tipo II pode ser evitada, e a diabetes
tipo I pode ter um melhor controle, se as pessoas mantiverem o peso
ideal, adotarem um estilo de vida mais saudável, praticarem
exercícios físicos e fizerem o uso constante da suplementação
nutricional associada a uma alimentação balanceada.
Importante ressaltar sobre a genética individual associada
aos efeitos dos radicais livres (inimigos) no organismo, que são
produzidos pelo estresse emocional, exercícios excessivos,
poluição do ar, tabagismo, álcool, medicamentos
e carências nutricionais. Eles são os grandes responsáveis
pela oxidação das células, quando não
se tem anti-oxidantes (aliados) na qualidade e quantidade ideal.
Isso irá gerar o estresse oxidativo, literalmente as células
começam a "enferrujar" nos órgãos-chaves,
(cérebro, coração, pulmões, pâncreas,
etc), originando as doenças de caráter familiar. Há
aproximadamente 700 doenças catalogadas como efeito dos radicais
livres.
Valeria finaliza com uma frase que ouviu do Dr. Louis Ignarro
- Prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia: "Suplementar,
hoje ainda é uma opção, no futuro será
uma obrigação"

Saúde
no Prato
O que comemos determina o vigor que temos. A recente descoberta
de que o azeite tem propriedades semelhantes às dos analgésicos
demonstra que o que pomos na mesa pode curar-nos – ou dar
cabo do nosso bem-estar. A ciência indica pistas, mas garante
não haver alimentos milagrosos. Consumir gorduras «boas»,
evitar as «más», reduzir os açúcares
e diversificar a ementa só dá frutos quando conjugada
com estilos de vida sãos.
Clara Soares
A má disposição resolve-se com um chá,
os espinafres são amigos da vitalidade e as cenouras fazem
olhos bonitos. Há quem lhe chame sabedoria popular, mas esta
«medicina» empírica está no centro das
atenções da comunidade científica.
Tudo começou com a pirâmide alimentar, inspirada
nas orientações do departamento de Agricultura dos
Estados Unidos, no início dos anos 90.
A revisão do esquema da alimentação saudável,
assente em novos estudos epidemiológicos, mostrou que, afinal,
certas gorduras (do peixe e dos óleos vegetais) são
benéficas para o coração enquanto os hidratos
de carbono (sobretudo os refinados) podem trazer complicações
metabólicas e desencadear doenças, como a diabetes
e o mau colesterol. Nos últimos anos, os investigadores começaram
a interessar-se pelos alimentos funcionais. «Aqueles que,
à luz da ciência, têm componentes benéficos
para a saúde e podem curar doenças crónicas,
desde que incluídos numa dieta equilibrada», explica
Xavier Malcata, director da Escola Superior de Biotecnologia da
Universidade Católica, no Porto.
É o caso do chá verde, que assumiu um novo estatuto
após demonstrado o poder das catequinas e as suas propriedades
anticancerígenas. O alho e a cebola são agora reconhecidos
anti-inflamatórios naturais, por conterem aleína.
Igualmente provado está o facto de o tomate ser um inimigo
do cancro (da próstata, cólon, pâncreas e pulmão),
graças ao pigmento que lhe dá cor, o licopeno. «São
químicos existentes nos alimentos que, comprovadamente, previnem
e tratam doenças, ou melhoram o desempenho fisiológico»,
afirma a presidente da Associação Portuguesa dos Nutricionistas,
Alexandra Bento.
Desiluda-se, porém, se acredita que, ingerindo tais alimentos
em maior quantidade, pode compensar erros alimentares ou condutas
de risco, como o sedentarismo, o consumo de tabaco ou as noitadas
sucessivas. A regra continua a ser «evitar excluir alimentos
da dieta, optar por produtos frescos, comer mais peixe que carne,
diversificar a ementa e não saltar refeições»,
assegura Carlos Canhota, da Associação Portuguesa
de Médicos de Clínica Geral. Esta é uma verdade
simples, confirmada pelos especialistas, mas difícil de pôr
em prática. Há, porém, cada vez mais pessoas
dispostas a experimentar novos cabazes de compras. Desde que abriu,
há 12 anos, o mercado da Biocoop, às portas de Lisboa,
tem um número crescente de frequentadores (actualmente, cerca
de 2 mil por semana). «Os produtos biológicos, de origem
natural e isentos de químicos, têm mais gosto e são,
para a maioria, sinónimo de poupança na farmácia»,
diz o gerente, Ângelo Rocha.
Com efeito, o maior estudo sobre nutrição, realizado
ao longo de 20 anos pelas universidades de Oxford (Reino Unido)
e de Cornell (EUA) e pela Academia Chinesa de Medicina Preventiva
mostra que a alimentação pode ser a causa –
mas também a cura – de doenças cardiovasculares,
da diabetes e da osteoporose. Colin Campbell, coordenador da pesquisa
e dirigente do World Cancer Research Fund, afirma que os alimentos
de origem animal – ricos em sal e gordura, quase sem fibras
nem antioxidantes – contribuem para aumentar os níveis
de colesterol no organismo, o que origina certos tipos de cancro
e problemas cardiovasculares. Este perito defende a inversão
dos hábitos alimentares, salientando a importância
dos vegetais na longevidade.
Verde, que te quero verde
«Comer para viver» é, por isso, sinónimo
de alimentação saudável. Para a nutricionista
Florbela Mendes, significa consumir regularmente produtos naturais
com gorduras «boas» (ácidos gordos ómega-3),
fibras, probióticos e fitoquímicos (substâncias
vegetais com propriedades antioxidantes, antitumorais e anti-inflamatórias).
Os feijões de soja e derivados – tofu, sumos e leite
– reduzem o risco de doenças crónicas, graças
às suas hormonas vegetais – as isoflavonas –,
também presentes nos amendoins e nas uvas. O potencial terapêutico
da soja foi reconhecido pela Food and Drug Administration (FDA),
nos Estados Unidos, e, assegura Ana Cristina Ruivo, da Dietimport,
empresa fornecedora das lojas Celeiro, «representa uma alternativa
ao leite de vaca, responsável, em muitos casos, por alergias».
A farmacêutica acrescenta que bastam 25 gramas diários
de proteína da soja para baixar os níveis de LDL («mau»
colesterol) e subir os de HDL («bom» colesterol).
«Não há receitas milagre»,
frisa Francisco Varatojo, presidente do Instituto Macrobiótico
de Portugal. O consultor alimentar não se cansa de lembrar
– nas palestras, consultas e no seu livro – que a comida
processada, com gorduras hidrogenadas (utilizadas na composição
de margarinas, de bolos e de fritos) e excesso de açúcares
de rápida absorção se reflecte em problemas
do pâncreas, do fígado, dos pulmões, dos ossos
e, até, dos ovários. O primeiro passo para uma «saúde
de ferro»? «Esquecer a carne vermelha, a manteiga e
o açúcar fino, escolher as gorduras saudáveis
para o coração – as dos peixes – e apostar
nos cereais integrais.»
Regresso ao básico
Aos poucos, o trabalho laboratorial ganha consistência à
mesa: troca-se a manteiga pelo azeite extravirgem (o menos ácido)
ao barrar o pão, voltando à tradição
mediterrânica. Sobretudo depois de estudos epidemiológicos
confirmarem que o padrão alimentar de Creta – com origem
no azeite – é melhor para o coração do
que o japonês (fraco em matérias gordas) e o dos países
escandinavos (mais consumo de leite e de gorduras saturadas, aparentemente
na base do maior índice de doenças cardíacas
e de osteoporose). Segundo um artigo publicado na última
edição da revista Nature, o azeite tem propriedades
semelhantes aos analgésicos – devido ao oleocanthal
– e o seu consumo diário pode ter efeitos a longo prazo
no alívio da dor, do mesmo modo que a aspirina é benéfica
para os doentes cardíacos.
Voltar ao tempo em que mal se falava de indústria alimentar,
de hipermercados e de cadeias de comida rápida é,
agora, a palavra de ordem. O segredo para satisfazer as necessidades
básicas do organismo, sem cair na obesidade e noutras complicações
de saúde, consiste em reduzir fritos e fumados, substituir
gorduras saturadas (as da carne vermelha e da manteiga) e hidratos
de carbono de combustão rápida (bolos, pão
«de conserva») por óleos de peixe – como
o de bacalhau – e por vegetais e açúcares de
absorção lenta, presentes nos cereais integrais, nos
pães de mistura, na batata, no arroz completo, na massa e
nas leguminosas secas (ervilhas, grão). «E se fizer
cinco a seis refeições por dia evita crises de fome
e mantém estáveis os níveis de açúcar
no sangue, controlando melhor a glicemia», acrescenta ainda
a dietista Margarida Barradas, da Associação dos Diabéticos
de Portugal.
Equilíbrio é preciso
«Há que repensar o modelo alimentar dos países
desenvolvidos e ir além do estudo de nutrientes», avança
Nuno Borges, investigador em alimentos funcionais da Faculdade de
Ciências da Nutrição, no Porto. O docente admite
que se acredita em muita coisa sem fundamento, mas reconhece o potencial
das descobertas já feitas e seu impacto na saúde pública.
Mas «nem todos os benefícios provados serão
garantidos para todos, porque há outras condicionantes em
jogo, como a hereditariedade e o ambiente em que se vive, além
do trajecto biográfico de cada um», adverte o especialista
Xavier Malcata.
«Até hoje, ninguém encontrou o Santo Graal da
alimentação», ironiza o cardiologista Manuel
Carrageta. O clínico está convencido de que não
faz sentido «diabolizar ou santificar o que se come».
O essencial está no que se faz com o que se come e na energia
que se gasta – ou não – após o repasto.
Há 2.400 anos, Hipócrates dizia:
«Deixa a tua alimentação ser o teu remédio
e o teu remédio a tua alimentação.» Traduzido para a sociedade tecnológica de hoje, a melhor
dieta é a que é funcional para todo o organismo e
não apenas uma parte. Em conjunto com uma série de
outros cuidados, a ciência pode dizer, com escassa margem
de erro, que «uma maçã por dia afasta o médico
da freguesia».
Alergias
Vitaminas e ácidos gordos ómega-3 estão na
base de defesas do organismo em condições. «Há
estudos que mostram a relação entre as inflamações
respiratórias infantis e o consumo de más gorduras»,
afirma a alergologista Natália Ferreira. Segundo diz, as
boas gorduras travam a acção de agentes infecciosos
e de doenças como a asma e a rinite; os alimentos com vitaminas
C e E também são essenciais.
Peixes gordos (bacalhau, salmão selvagem, cavala, anchova,
sardinha, arenque, atum)
Citrinos (laranja, limão, lima)
Óleo de girassol
Batata-doce
Arroz (isento de gluten)
Alho
Cebola
Cérebro
O efeito dos ácidos gordos ómega-3 na estabilização
do humor e no alívio da depressão foi demonstrado
há quatro anos pelo investigador americano Andrew Stoll.
O presidente do Instituto da Inteligência, Nélson Lima,
sublinha que a potência cerebral óptima requer exercício
mental – neurofitness – e refeições pouco
calóricas e ricas em vitaminas, para facilitar funções
cognitivas e proteger as células do ataque dos radicais livres.
Peixes gordos
Peças de caça
Algas marinhas
Beldroega
Aveia
Espinafres
Morangos
Coração
«Se os 25 países da União Europeia aumentarem
o consumo de frutas e vegetais podem prevenir mais de 7% das doenças
cardiovasculares e 4% de ataques cardíacos.» A conclusão
do estudo da European Heart Network é corroborada pelo cardiologista
Manuel Carrageta, que adianta: «Para ter um coração
em forma e bons níveis de colesterol precisa de comer peixe
pelo menos duas vezes por semana, cortar no sal e nos fritos, fazer
exercício e tomar um copo de vinho à refeição.»
Os alimentos ricos em potássio também favorecem a
actividade do músculo cardíaco.
Peixes
Alcachofra
Tomate
Uvas e vinho
Alho
Banana
Frutos secos
Canela
Estrutura óssea
Seiscentos miligramas diários de cálcio e vitamina
D são os combustíveis do esqueleto. Para fixá-los
no organismo, «nada mais eficaz que o exercício físico,
o consumo de fontes de cálcio e a exposição
cuidada ao sol», informa a nutricionista Florbela Mendes
Lacticíneos
Bróculos
Couves
Amêndoas
Manteiga de sementes de sésamo
Tofu (soja)
Funcionamento intestinal
Portugal é o país da União Europeia com maior
incidência de cancro do cólon. O gastrenterologista
Hermano Gouveia insiste na prevenção alimentar: «As
doenças do intestino resolvem-se com uma nutrição
funcional, como a mediterrânica.» Com uma flora sensível
e rico em neurotransmissores, o intestino é visto pela ciência
como o nosso cérebro emocional. Nutri-lo e tratá-lo
beneficia todo o sistema de defesas.
– Para evitar a diarreia e colite húmida
Cereais com baixo teor de fibras (arroz)
Tostas
Cenoura
Vegetais cozidos
Chá
– Para evitar a obstipação
Pão de mistura ou integral
Cereais inteiros
Frutos tropicais
Saladas cruas
– Para a regulação da flora intestinal
Iogurtes probióticos
Kefir (fungo que fermenta o leite; em grãos ou na forma natural,
conhecido por «flor do iogurte»)
Vida sexual
O marisco (devido aos teores de zinco) e os peixes gordos são
amigos da virilidade, os citrinos e os frutos silvestres da fertilidade.
«O ácido fólico contido nos cereais do pequeno-almoço
pode previnir malformações do tubo neural do feto»,
esclarece o médico portuense Alberto Barros, embora admita
que, na fase pré-reprodutiva, o controlo de outros factores
é mais importante (evitar o álcool, o tabaco, o stresse
e a comida processada). A nutricionista Alexandra Bento sublinha
a importância das hormonas vegetais (isoflavonas) na menopausa,
«como alternativa à terapia hormonal de substituição».
Peixe
Abacate
Azeite (seio)
Aveia (síndroma pré-menstrual)
Tomate (próstata)
Cereais (gravidez)
Soja (menopausa)
A
IMPORTÂNCIA DA ÁGUA

Você
sabia que
…O mecanismo da sensação de sede é tão
fraco, que com freqüencia, 37% dos seres humanos a confunde
com a fome?
Ainda mais, uma desidratação imperceptível
retardará o metabolismo em aproximadamente 3%.
Um copo de água aliviará a fome à meia noite,
em quase 100% dos casos, sob dieta redutora, segundo um estudo realizado
na Universidade de Washington.
Você
sabia que
...Uma redução de somente 2% de água no corpo
pode causar perda momentânea de memória, dificuldade
em fazer contas matemáticas básicas e problemas de
focar a visão sobre uma tela de computador ou sobre uma página
impressa?
Beber um mínimo de 8 copos de água por dia diminui
o risco de câncer de cólon em 45%, além de baixar
o risco de câncer de mama em 79% e reduzir à metade
a probabilidade de se desenvolver câncer na bexiga.
De
acordo com os experts, isto não é opcional, é
obrigatório, se quisermos que nosso cérebro funcione
de uma maneira ótima.
E, se estamos estressados, devemos aumentar a quantidade para 16
copos de água por dia.
90 % do volume de nosso cérebro é composto por água,
que é o principal veículo das transmissões
eletroquímicas.
Você não pode imaginar o que 8-10 copos de água
por dia podem fazer para eliminar muitas indisposições.
As pessoas normalmente NÃO bebem tal quantidade para evitar
de ter que urinar seguidamente; um inconveniente menor em troca
de uma melhoria em sua saúde.
A
cor de sua urina deve ser de um amarelo muito fraco ou incolor,
caso contrário você não está ingerindo
suficiente água (isto não é válido se
você esta tomando vitaminas do complexo B, que produzem uma
cor amarela natural à urina).
Ao falar de beber água, não nos referimos à
água contida no café, nos chás ou nos refrigerantes.
A água engarrafada ou de fontes naturais é a melhor.
Estudos
preliminares indicam que em 80% das pessoas, beber de 8 a 10 copos
de água por dia, pode aliviar significativamente muitas indisposições.
Cura
1: Elimina os anti-ácidos e cura a acidêz estomacal.
A
acidez estomacal ou azia pode ser um sinal de falta de água
na parte superior do trato gastrointestinal. Este é um sinal
importante de sede, que o corpo humano emite.
A ingestão de anti-ácidos ou comprimidos contra a
acidez estomacal não corrige a desidratacão e o corpo
continua sofrendo por falta de água no organismo.
Tragédia:
Ao não reconhecer que a acidez estomacal é um sinal
de desidratação e ao tratá-la por meio de anti-ácidos,
com o tempo, poderão ocorrer inflamações estomacais
no duodeno, hérnias hiatais, úlceras e eventualmente
câncer no trato gastrointestinal ou no pâncreas e fígado.
Cura
2: A água pode prevenir e curar a artritis.
Dor
reumática das articulações – A ocorrência
de artritis pode ser um sinal de falta de água nas articulações.
Pode afetar tanto aos jovens como aos adultos. O uso de analgésicos
não resolve o problema e a enfermidade prosseguirá.
Tomar agua pode aliviar a dor ou resolver este problema.
Cura
3: Dores lombares.
A
dor nas costas e a artritis paraslisante da espinha dorsal podem
ser sinais de falta de água nos discos da espinha dorsal
– os amortecedores que suportam o peso do corpo. Estas moléstias
devem ser tratadas com o aumento de água a ser ingerida diariamente.
Tragédia:
Ao não reconhcer que a dor nas costas é um sintoma
de desidratação das articulações e ao
tratá-la com analgésicos, massagens, acupuntura e
eventualmente cirurgia, com o passar do tempo, isto provocará
osteoporose e quando as células das cartilagens das articulações
vierem a eventualmente morrer e causarem uma deformação
na espinha dorsal, poderá até haver incapacidade física
dos membros inferiores.
Cura
4: Angina.
Dor
no peito - angina de peito – pode ser um sinal de falta de
água no organismo entre o eixo do coração e
dos pulmões.
Este sintoma deve ser tratado bebendo-se maior quantidade de água,
até que o paciente já não tenha dor e sem tomar
medicamentos. É prudente se providenciar supervisão
médica, no entanto, ao aumentar-se a quantidade de água
ingerida, pode-se curar a angina de peito.
Cura
5: Enxaqueca.
A
enxaqueca pode ser um sintoma de falta de água requerida
no cérebro e olhos e pode ser evitada ao se impedir a desidaratação
do corpo. Este tipo particular de desidratação eventualmente
ocasiona uma inflamação na parte posterior dos olhos
e possivelmente uma diminuição ou perda de visão.
Cura
6: Colite.
A
colite é um sinal de falta de água no intestino grosso.
Associa-se com a prisão de ventre ou constipação,
devido à constrição do excesso de água
que também se exerce sobre os escrementos, que por sua vez
perdem a lubrificação fornecida pela água.
Tragédia:
Ao não se reconhecer a dor da colite como um sinal de falta
de água, provocar-se- á uma condição
de constipação persistente que resultará na
compactacão das fezes, que por sua vez poderão causar
vertículos, pólipos e hemorróidas, e aumentar
a possibilidade de se contrair câncer do cólon e do
reto.
Cura
7: Asma.
A
asma afeta milhões de crianças e mata milhares delas
a cada ano. É uma complicação da desidratação
do corpo, causada por falha no programa de admistração
da hidratação no organismo.
Obstrui-se a passagem livre de ar e impede-se a eliminação
de água do corpo em forma de vapor – o bafo.
O aumento do consumo de água evita os ataques de asma.
Tragédia:
Ao não se reconhecer a asma como um indicador de falta de
água quando as crianças estão na fase de desenvolvimento,
não somente muitos deles morrem, como também se provocará
danos irreversíveis nas crianças asmáticas
sobreviventes.
Cura
8: Pressão Alta.
A
hipertensão é um estado de adaptação
do corpo a uma desidratação geral quando as células
dos vasos sanguíneos não obtém a quantidade
de água suficiente. Como parte do mecanismo de osmose inversa,
quando a água do soro é filtrada e injetada nas células
importantes através de poros diminutos existentes em suas
mebranas, é requerida uma pressão extra para o “processo
de injeção”, tal como acontece quando se injeta
o “soro” nos hospitais para re-hidratar milhões
de células. Beber água, compensará a pressão
e fará a mesma voltar à normalidade.
Tragédia:
Ao não reconhecer que a hipertenssão arterial é
um dos indicadores da desidratação corporal e tratar
por meio de diuréticos que desidratarão o corpo ainda
mais, trará como consequencia posterior, um bloqueio das
artérias do coração e das artérias que
vão até o cérebro pela ação do
colesterol. Esta condição provocará ataques
do coração, pequenos infartos massivos cerebrais que
poderão paralizar alguma parte do corpo. Também podem
causar falhas no funcionamento dos rins e danos neurológicos
como a doença de Alzheimer.
Cura
9: Diabetes Tipo II ou de Adultos.
A
diabetes dos adultos é outra causa provável devida
à desidratação do corpo. Ao se manter uma quantidade
adequada de água na circulação, incluindo-se
as necessidades prioritárias do cérebro, a secreção
de insulina se inibe para impedir a entrada de água nas células
do corpo. Nos diabéticos somente algumas células obtém
suficiente água para sobreviver. Beber água reverte
a diabetes adulta para as etapas iniciais.
Tragédia:
Ao não reconhecer que a diabetes adulta é uma complicação
causada por desidratação, com o tempo, poderá
haver danos massivos nas células sanguíneas de todo
o corpo. Isto pode provocar mais tarde a perda dos dedos dos pés,
das pernas por gangrena e causar a cegueira.
Cura
10: Colesterol no sangue.
Os
altos níveis de colesterol são indicadores de uma
desidratação corporal prematura. O colesterol é
um material argiloso que se adere entre os espaços de algumas
membranas celulares, para impedir que estas percam sua humidade
vital pela pressão osmótica mais forte do sangue que
circula nas áreas vizinhas.
O colestrol, além de ser utilizado na fabricação
das membranas das células nervosas e de hormônios,
também atua como un “escudo” contra a demanda
de água de outras células vitais que normalmente trocam
água através de suas membranas celulares.
Outras
curas:
A
depressão, a perda de libido, a fadiga crônica, o lupus,
a esclerose múltipla, a distrofia muscular. Todas estas condições
podem ser causadas por desidratação prolongada. Se
esta for a causa provável, os sintomas se aliviarão,
uma vez que o corpo tenha sido hidratado regularmente.
Nestas condições, o exercício muscular deve
ser parte do programa de tratamento.
Agora
a Pergunta é…
Você está tomando a devida quantidade de água
diariamente?

NUTRIÇÃO
CELULAR


NUTRIÇÃO
CELULAR
UMA
REFEIÇÃO BIOILÓGICA DE ALTA QUALIDADE
OFERECEMOS AOS INTERESSADOS
Uma Avaliação Nutricional Gratuita
(saiba mais a respeito dos seus hábitos nutricionais)

MITOS
QUE A CIÊNCIA DESMENTE
Crença:
Facto:
Bebidas Alcoólicas
Matam a sede e melhoram o desempenho sexual.
Desidratam e, apesar de aumentarem o desejo, reduzem a performance.
Água
Bebê-la antes ou durante as refeições faz aumentar
o peso.
Com zero calorias, a sua ingestão reduz a sensação
de fome e elimina toxinas, podendo até ajudar a emagrecer.
Sopa
Uma entrada dispensável para quem quer manter a linha.
Regra n.° 1 do combate à obesidade, por ser rica
em vitaminas e sais minerais, ideal para hidratar e nutrir.
Gorduras
Devem ser interditas, num regime alimentar saudável.
Os açúcares refinados (pastelaria, por exemplo)
são mais perigosos para a saúde que as gorduras; neste
grupo, os ácidos gordos omega-3 são essenciais e a
sua falta traz complicações ao corpo e à mente.
Hidratos de Carbono
O arroz e a massa no mesmo acompanhamento são uma bomba calórica
a evitar.
Se, juntos, tiverem o mesmo valor calórico de uma
dose, o equilíbrio está garantido.
A cafeína rejuvenesce
Usado na medicina chinesa para tratar a asma, a icterícia
e as dores de cabeça (por acção da cafeína),
o «cafezinho» funciona quase como um cartão-de-visita
português. Esta bebida facilita a concentração
e atenua sintomas depressivos, sendo igualmente conhecida pelos
seus efeitos laxantes e diuréticos. Contudo, mais de quatro
chávenas por dia podem desidratar o organismo e sobrecarregar
o sistema endócrino.
Estudos recentes, realizados na universidade americana de Scranton,
apontaram para resultados surpreendentes: entre uma centena de alimentos,
o café provou ser o mais rico em antioxidantes. O seu consumo
moderado permite neutralizar os efeitos dos radicais livres, responsáveis
por doenças crónicas e envelhecimento prematuro.
Combater o VIH às refeições
«Através do regime alimentar é possível
minimizar os efeitos colaterais da terapia e controlar o peso, duas
questões que afectam directamente estes doentes crónicos».
Vitor Dauphinet, especializado em doentes com sida, mostra-se satisfeito
com a adesão dos profissionais de saúde às
acções de formação anuais - de três
dias - sobre nutrição e VIH. Hoje inicia-se a 3ª edição,
no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz,
Monte da Caparica, com o patrocínio da Comissão Nacional
da Luta contra a Sida e Ordem dos Farmacêuticos.
Coordenador científico destas acções e a trabalhar
no Hospital Prisional São João de Deus, em Caxias,
Vitor destaca alimentos úteis no fortalecimento das defesas
orgânicas: «Peixe, pelo seu efeito anti-inflamatório;
cevada, aveia, maçã e legumes por conterem fibras
solúveis que regulam a mucosa intestinal, implicada na resposta
inflamatória; e alimentos ricos em micronutrientes».
Neste grupo, o nutricionista prioriza as ostras, o gérmen
e farelo de trigo como fontes de zinco, o selénio, presente
nas amêndoas, e as vitaminas A (no fígado, cenoura,
manga e lacticínios) e E (óleos vegetais).

A
obesidade já é considerada uma epidemia
pela Organização Mundial de Saúde e,
como doença, deve ser tratada.
A
obesidade infantil é uma realidade que pode provocar diversos
problemas de saúde. A recomendação dos médicos
é que a criança obesa deve ser submetida a uma completa
e minunciosa análise e a um exame físico.
Os médicos alertam para a importância da presença
dos responsáveis pela criança durante os exames e
tratamentos."A
responsabilidade pela boa alimentação não é
só do médico. Compete aos pais dar o exemplo de uma
boa alimentação".Isso
depende de uma conscientização geral da sociedade.
Por isso, as estatísticas da Organização Mundial
da Saúde (OMS) indicam que, se os pais dessas crianças
e adolescentes não mudarem agora os hábitos de vida
dos filhos, mais de 70% deles farão parte de uma geração
de gordos, vítimas em potencial de doenças como a
diabetes e cardiopatias.
Prevenção é o caminho. A prevenção
da obesidade deve começar no útero da mãe,
que deve ter uma alimentação balanceada para não
prejudicar a saúde de nenhum dos dois. Nos seis primeiros
meses de vida, a criança precisa somente do leite materno.
"Do ponto de vista nutricional, o bebê não precisa
de mais nada". A partir dos seis meses, o bebê pode ser
alimentado também com papinhas, frutas e continuar mamando
no peito. "O leite materno é importante na prevenção
da obesidade".
Os cuidados na alimentação devem continuar durante
o crescimento da criança. Para tanto, é importante
que a família se alimente bem. "A criança vai
comer o que os pais comerem. Não adianta falar que a comida
gordurosa faz mal se o pai e a mãe comem. É a mesma
coisa que um pai fumante falar com o filho que o cigarro faz mal
e que ele não deve fumar. A criança segue exemplos".
Na escola é importante enfatizar a hora do recreio. "A
função da escola é educar, inclusive durante
o recreio. As cantinas devem oferecer opções saudáveis,
o que é muito raro. A criança acaba comendo salgadinhos
industrializados, frituras e tomando refrigerante. Antigamente,
a criança levava pão com queijo, café com leite
ou suco em sua merendeira. Hoje, a alimentação é
mais calórica".
É como explicar para a criança obesa que os amiguinhos
comem chocolate, biscoitos recheados, salgadinhos fritos, tomam
refrigerante e ele não deve acompanhar estes hábitos? A criança entende mais fácil que o próprio
adulto. "É claro que incialmente é difícil.
Ela acha que se levar uma fruta para escola vai estar 'fazendo algo
ridiculo'. Mas com o tempo ele percebe que a vida dela melhora e,
mais uma vez, é importante a participação da
escola neste processo".Os
avós precisam se conscientizar também. "Eles
são do tempo em que bebê gordinho é que era
saudável. Hoje a gente sabe que não é mais
assim. E costumam ficar indignados quando a mãe proíbe
que a criança coma biscoitos recheados e chocolates o tempo
inteiro".
A
mudança de hábitos é necessária,
porque, em alguns casos, a auto-estima da criança obesa pode
ser afetada. "Os amiguinhos não têm 'papa na língua'
e chamam o coleguinha por diversos apelidos inconvenientes",
lembra a médica. A criança se afasta do grupo e fica,
cada vez mais, dentro de casa na frente da televisão e do
computador.
Outro dado que deve estar aliado à alimentação
é a prática de esportes. "Na escola, a aula de
educação física não é suficiente
para a criança gastar o tanto de calorias que ingeriu. Antes,
as crianças ficavam brincando de queimada, esconde-esconde
a tarde inteira e tinham uma alimentação saudável
com frutas, verduras e legumes e tomava suco. Refrigerante só
em dia de festa. Por isso, é importante a conscientização
e prevenção, mas isso demora um pouco.
Clique aqui e leia o artigo sobre o lanche na escola O lanche na
escola tem sido alvo de grandes preocupações de pais
e educadores que, muitas vezes, não sabem o que servir às
crianças nesse horário. As ofertas do mercado de alimento
são muitas, em se pensando em produtos fáceis de serem
transportados e de boa aceitação; porém, nem
sempre são os mais adequados para atender às necessidades
nutricionais das crianças.
Para crianças pequenas, uma refeição simples,
como o lanche da tarde ou da manhã, pode ter uma grande importância
nutricional, pois pode coincidir com um horário em que a
criança sinta mais fome, além de receber, normalmente,
alimentos de fácil aceitação nesse horário
(leite, pão, bolo, frutas etc). Por isso mesmo, é
importante que a qualidade dos alimentos oferecidos nesses pequenos
lanches, incluindo o lanche da escola (merenda) seja de bom valor
nutricional, mas de forma que não comprometa a aceitação
das refeições posteriores.
Se o lanche oferecido for excessivamente calórico, composto
por frituras, alimentos açucarados, refrigerantes e similares,
como a quantidade de calorias será elevada, dificilmente
a criança aceitará, com facilidade, a refeição
posterior (almoço ou jantar), o que pode comprometer a sua
nutrição. Um grande erro alimentar é permitir
que a criança coma mais no horário dos lanches do
que no horário das refeições principais (almoço
e jantar).
Como o tempo de digestão e a capacidade gástrica (volume
alimentar que o estômago suporta) na criança não
são iguais aos dos adultos, a satisfação provocada
por uma refeição à base de leite e biscoitos
açucarados, por exemplo, pode se prolongar por muito tempo
em uma criança pequena, reduzindo o apetite para a próxima
refeição.
A obesidade infantil, fato que tanto preocupa hoje médicos
e nutricionistas, está relacionada ao alto consumo dos alimentos
do tipo lanche (hambúrguer, batata frita, refrigerantes,
doces, chocolate etc) e baixo consumo das refeições
salgadas (arroz, feijão, legumes etc).
Seguem abaixo algumas dicas para o preparo do lanche para a merenda
escolar, pensando-se nas necessidades nutricionais e na aceitação
das crianças.
Observe se a escola tem alguma forma de guardar alimentos que os
alunos levem para o lanche (geladeira), o que tornará possível
uma maior variedade no cardápio.
Todos os lanches devem ser acompanhados por algum tipo de proteína
(carne, queijo, ovos, leite etc), podendo ser utilizados das formas
mais variadas: bolos e tortas salgadas com recheio de carne ou frango,
assados do tipo pastéis com recheio de queijo ou carne, sanduíches
com carne ou embutidos de carne e queijo etc.
É importante que o leite (ou seus derivados) esteja presente
em todos os lanches, o que pode ser feito através da adição
de queijo nos sanduíches ou salgados, quando o leite não
estiver presente.
Usar apenas eventualmente os embutidos de carne (presunto, mortadela,
salsicha etc), pois são produtos com grande concentração
de sal e sofrem adição de conservantes químicos
em seu processo de fabricação. Também contêm
uma grande porcentagem de gordura, devendo-se se dar preferência,
quando utilizá-los, aos do tipo "light", principalmente
para o caso de crianças que já estejam com excesso
de peso.
Alternar alimentos salgados e doces é uma boa alternativa
para atender ao paladar da criança, ou seja, no dia em que
for servido um sanduíche à base de frango e queijo,
por exemplo, não será oferecido biscoitos doces, ficando
esses para o acompanhamento de uma vitamina de fruta ou iogurte
de frutas.
Quando se tem pouca opção de guarda de alimentos,
ou seja, não houver local de estocagem adequado na escola
(as quais deveriam providenciar uma geladeira para essa finalidade,
desde que o número de alunos o permita), o melhor é
pensar em lanches que possam ficar à temperatura ambiente
por um tempo maior, sem o risco de estragarem. Nesses casos, pode-se
optar pelos sucos ou produtos à base de leite (como achocolatados
ou vitaminas) em embalagens do tipo longa vida, que não exigem
a temperatura de geladeira até serem abertos para o consumo.
Os queijos fundidos (tipo "polenguinho") também
podem ser utilizados no preparo de sanduíches ou para serem
consumidos junto a biscoitos e pães.
Sempre é bom evitar alimentos excessivamente salgados, gordurosos
ou doces. Biscoitinhos salgados têm, normalmente, muito sal
e muita gordura adicionados; biscoitos recheados têm, igualmente,
altas quantidades de gordura, além do excesso de açúcar.
Tais alimentos podem levar a problemas de saúde e fazer surgir,
mais cedo, algumas processo patológicos para os quais a criança
já tenha predisposição hereditária (exemplo:
diabetes, doenças cardio-vasculares, hipertensão,
etc).
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