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Na passagem que é a Vida, somos todos peregrinos! Caminho de Santiago 2009: OS PIDO PERDÓN PERO…. La meta no existe, el camino y la meta son lo mismo.
OUTUBRO, de 3 a 11 - 2009 Estão abertas as inscrições! Condições especiais de pgto desde já. Condições gerais: Investimento: Inclui: Exclui: Reserva com 50% do valor total até final de Agosto; restante até final de Setembro; Está previsto o reembolso da totalidade do valor pago, no caso de desistência, apenas se esta ocorrer até 28 Novembro. Brevemente: Para mais informações, contacte-nos: João Teixeira - 91 361 90 09
Fiz o Caminho de Santiago pela 1ª vez em 2007, pelo prazer de caminhar. Foi uma experiência muito intensa, atrevo-me a dizer que foi dura! E, curiosamente, maravilhosa! Tanto que voltei mais 3 vezes e já planeio a 4ª. Nestas caminhadas, sinto-me livre! Sinto que faço parte da Natureza. Aprecio e Valorizo as coisas simples da vida: o sol nascente, as cores das montanhas, o som da água corrente, o sorriso de outro peregrino, o duche quente, a cama para dormir confortável,... Clarifico o que é realmente importante para mim, e o que posso dispensar; isso faz-me sentir em Paz. Adoro conversar com as pessoas, de todo o mundo, e partilhar algo com elas. Bom, os músculos doem sim, mas porque ficam cada vez mais fortes! É excepcional! É um curso de Desenvolvimento Pessoal! A todos, desejo um Bom Caminho da Vida! Abril.2009
A primeira vez que realizei este caminho foi em Março de 2008. Esta foi uma das melhores experiências da minha vida! Foi mesmo uma “aventura” maravilhosa poder ter estado em contacto com a natureza, os animais, um grupo estupendo, com outros peregrinos e com as maravilhas e as surpresas do caminho! “Este é o caminho das pessoas comuns!” Nesta peregrinação a Santiago de Compostela aprendi que para fazê-lo de uma forma mais “confiante” é necessário dizer a nós próprios três coisas: Eu quero! E como o meu pai diz, O caminho faz-se caminhando!! Aconselho vivamente a todas as pessoas, virem viver esta experiência! Não se vão arrepender! Buenos Caminos!!!
Aquilo que em geral poderá apresentar-se como o mais difícil …….decidir ir ou não ir a Santiago como peregrina…… não me criou qualquer dúvida ou hesitação. Não sabia muito do assunto mas também não quis saber, apenas me interessou como seriam alguns aspectos mais elementares, como a alimentação e as dormidas. Em especial assimilei os conselhos que me foram dados, os quais constatei que foram de grande valor. Foi difícil? Isso depende do que é “difícil” para cada um de nós. Desafio, beleza, carinho, surpresa, partilha, capacidade, valor, resistência, paz e muitas gargalhadas….são apenas alguns conceitos que mais me marcaram e que proporcionaram uma das melhores experiências até hoje. No meu dia-a-dia os sons, as imagens ou os sentimentos levam muitas vezes o pensamento até ao Caminho e às vivências passadas por lá. De cada um dos meus companheiros guardo as diferentes formas de sentir e de comunicar. De mim própria tentei deixar por lá algumas “tralhas” e ficar um pouco mais leve, pois tudo o que veio de novo não tem peso em quilo, mas sim em aprendizagem e conhecimento. Foi assim que vivi o Caminho a Santiago e onde volto um dia destes……
Caros amigos e viajantes Vou responder a este amável convite de partilhar a minha primeira caminhada a Santiago desde ASTORGA. Esta experiência recente coincidiu com o aniversário dos meus 50 anos de vida; Começando uma vida nova e continuando o meu percurso espiritual tive disso, alguns sinais: -ser acompanhada por dois corvos ao longo de uma boa parte do percurso; sentir um calor extremo no peito com a cabeça gelada, perder-me no meio dos castanheiros e encontrar um estrangeiro perdido e ambos sermos reencontrados por um português do grupo, etc. Um dos actos simbólicos que mais me marcou foi no monte da Cruz de Ferro, atirar para lá, várias pedras que simbolizavam dificuldades passadas ou situações adversas dos meus amigos, sendo que estava a pedir por eles, o que implicava perdão e o agradecimento bem como a compaixão pelo próximo deixando para trás o passado com serenidade. Ao longo do caminho houve uma purificação do corpo e da mente para além de uma abertura de coração que tornou a chegada a Santiago um momento de renascimento. Desde então para cá cada vez mais me acontecem coincidências, sinto-me mais competente e alerta para perceber os sinais do Universo e sonho em voltar a realizar a caminhada ou a ser voluntária num dos albergues do percurso para retribuir o bem-estar que recebi. É de notar a grande cooperação e amizade que se estabelece entre caminhantes de todo o mundo e sobretudo os do grupo com os quais ainda hoje mantenho os laços. O CAMINHO DAS ESTRELAS Sempre segui de perto o caminho das estrelas através da astrologia, mas ao conhecer o ZP tive a coragem para o percorrer. O ZP veio ao meu encontro para ver de que forma poderíamos juntar sinergias, eu com a Astrologia e ele com as suas variadas ferramentas nas áreas energéticas e da bioconsciência. Enquanto conversávamos comentou-me que estava de partida para o Caminho de Santiago: Após o meu “alinhamento”, que foi estonteante e muito revelador, o ZP explicou-me uma série de registos e situações a serem alteradas na minha vida. Que “via” a astrologia como uma ferramenta preciosa na minha mão para ajudar os outros, mas que eu precisava abrir-me a mais oportunidades que me escapavam: - Queres mesmo fazer o Caminho de Santiago? Então lembra-te que qualquer que seja o caminho que queres seguir, ele começa a partir do momento que o decidimos percorrer. Eu parto na próxima segunda-feira, às 9.00 da manhã. Se queres ir, lá estarás. De repente senti uma enorme vontade de abandonar todas as barreiras que tinha dado espaço na minha vida. E, lembrando-me do poder da palavra, em apenas uns minutos, e uns telefonemas, dei por mim a dizer, a avisar e a explicar: - VOU fazer o Caminho de Santiago! Afinal, as barreiras, eram minhas. E assim comecei o Caminho. Por ausência de tempo, como era um hábito, combinámos que eu interpretava o mapa dele enquanto caminhássemos. Fui comprar o material necessário. Fiz uma mochila, pu-la às costas, e rumei a caminho de casa do ZP, à hora e dia marcados. Assim que entrei, olhou para mim, tirou-me a mochila e abriu-a. À medida que ia verificando o seu conteúdo dizia com um ar muito tranquilo: - Este é o primeiro passo para o Caminho. Deixar o supérfluo. Cremes, perfumes e amaciadores? Para caminhares tens de levar aquilo que é estritamente necessário. Que pânico ver alguém a decidir o que eu preciso e que angústia ver aquilo que eu precisava sempre ser considerado desnecessário. - Que engraçado. Eu posso acreditar pouco em mim ainda, mas e tu porque tens tanto medo de amar e entregares-te? (perguntei-lhe) Assim se passaram dias. Mas a pergunta “o que estou aqui a fazer?” já era mútua: eu no início de um caminho no desafio às minhas resistências. O ZP a confrontar-se com a possibilidade de pôr em causa uma série de conceitos que vivia fervorosamente, na sua intimidade, e que até ali o retiveram. Compostela deriva do termo latim Campos Stellae – Campo das estrelas. Parece-me que esse passou a ser o nosso objectivo comum naquela empreitada: o Caminho das estrelas. Etapa após etapa, fizemos a volta ao zodíaco e aprofundávamos mais e mais as nossas questões. Com pontos de vista aparentemente opostos, mas complementares, tal como as energias astrológicas. E um dia o ZP interrompe o meu silêncio e de tudo o que me rodeava: - Estás bem? Tens estado muito calada… já reparaste que não olhas para o chão quando caminhas? Estás direita, a olhar para cima, sempre a ver tudo e a absorver cada metro de ti. Fiz alguma resistência entre sentimentos de cerimónia e injustiça. Enquanto o ZP me retirava a mochila, senti pela primeira vez que o mundo não precisava de estar sobre os meus ombros, e dando-me “aquela mão”, que eu não percebia que podia ser a dele, vi a vida com o mágico olhar de uma criança. De forma simples. A dizer-me: - Que a partir de hoje eu seja a minha maior prioridade. Nos dias que se seguiram o silêncio dele passou-me a perturbar. Acho que senti o efeito do espelho. Algo nele também se estava a modificar: - Estás a pensar no medo de amar e de te entregares? Já no fim do nosso caminho, o cansaço era muito. A dor física e da alma também. E por instantes, quis desistir quando faltavam apenas 5 km para chegar ao templo, entrar na Catedral de Santiago e, poder por fim, tocar as estrelas. As lágrimas escorriam-me sem parar e fazer a pergunta com toda a raiva que sentia era inevitável: - O que é que eu estou aqui a fazer?!! Este foi o meu primeiro caminho a Santiago de Compostela, denominado como o Caminho das Estrelas.
LINK COM INFORMAÇÕES SOBRE MAPAS DO CAMINHO DE SANTIAGO |
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